terça-feira, 27 de abril de 2010

Balanço das aulas teórico-práticas (exercicio nº 7)

Durante as aulas de cibercultura consegui desenvolver e aproximar-me bastante de algumas ferramentas da Web. Até então não fazia parte de nenhuma comunidade virtual mas, agora que pertenço, consigo ver nelas bastante utilidade.

Quanto ao Facebook, permitiu-me conhecer algumas pessoas da área do marketing que, inclusivamente, trocaram alguns conteúdos comigo quando tive algumas dívidas relativamente à elaboração de alguns trabalhos. Para além disso, permitiu-me ainda estreitar contacto com algumas pessoas que já não via há algum tempo. A nível profissional verifica-se bastante importante uma vez que, a maioria das empresas apresenta, hoje em dia, um perfil nesta plataforma.

Através do Twitter consigo manter-me informada sobre os mais diversos conteúdos, desde as manchetes dos jornais, em primeira mão, bem como as notícias relacionadas com a minha área. Profissionalmente, através da subscrição de determinados perfis, consegui ter acesso a ofertas de emprego do meu interesse e que, mais tarde, quanto estiver a entrar no mercado de trabalho, me podem ser extremamente úteis. Além disso, permite-me publicar o endereço do meu weblog onde qualquer pessoa pode visualizar e avaliar o meu trabalho, relativamente a esta unidade curricular.

Através do Youtube, subscrevi canais de interesse pessoal, bem como outros que achei convenientes relacionados com a área do marketing e também com a cibercultura.
No Flickr publiquei algumas imegens, não relacionadas com alguns trabalhos desenvolvidos no âmbito da U.C. mas também algumas fotografias que tirei e que utilizei num trabalho para outra U.C..

Finalmente, e devido à minha pouco proximidade e utilização com o Delicious, apenas lhe posso reconhecer utilidade para o contexto pessoal, com a organização e partilhar de liks de interesse que se pode reflectir também no interesse comum, pois alguns deles são visíveis a todos os membros da comunidade.

Pelo acima exposto, posso fazer um balanço positivo, na medida em que adquiri conhecimento sobre ferramentas que nunca tinha utilizado e que, agora lhes reconheço uma enorme utilidade.

DELICIOUS- primeiras impressões (exercicio nº 6)- reformulado

Depois de alguma pesquisa, descobri que o Delicious é um site primeiramente desenvolvido por Joshua Schachter no final de 2003.

Através deste site temos a oportunidade de adicionar e pesquisar bookmarks sobre qualquer assunto, o que se torna muito útil quer para facilitar o acesso a determinados conteúdos, quer na selecção dos mesmos. Para além de um “mini motor de busca”, o Delicious permite ainda arquivar e categorizar os meus sites favoritos possibilitando-me acesso a eles com maior facilidade e em qualquer lugar.

Quanto aos bookmarks, posso compartilhá-los com os “amigos” e tenho ainda acesso aos favoritos públicos de inúmeros membros da comunidade. Finalmente, posso ainda acompanhar websites que têm conteúdos e links dinâmicos, como o Twitter para pesquisar sobre qualquer tipo de informação.
De todas as ferramentas a que me associei, devo dizer que esta é aquela com a qual estou menos familiarizada, no entanto reconheço a sua elevada utilidade.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Análise de weblogs - (exercicio nº 5) reformulado

A minha escolha incidiu sobre weblogs cujas temáticas são relacionadas com marketing uma vez que esta é uma área de interesse grande interesse na licenciatura que frequento.
O primeiro weblog, cujo nome é Marketing, é da autoria de Dr. Jorge Remondes. Neste weblog podem encontrar-se conteúdos actuais sobre livros relacionados com marketing, balanços de eventos em que o autor participou e análise dos mesmos, entre outros. Nos posts publicados verifica-se que existe pouca utilização de hipertexto, no entanto, faz uso do social bookmarking através da colocação de alguns tags no final dos posts que facilitam a procura de mais informação relativa ao tema que se trata pois remetem para os títulos indicados na barra lateral no ìndice. Também na barra lateral se encontra um conjunto de links que remetem para outras páginas. Este weblog não faz uso da ferramentas de partilha de informação (crowdsourcing).
O segundo weblog que seleccionei foi O Melhor do Marketing, cujos posts são publicados pelos diversos intervenientes no mesmo. Este weblog é actualizado quase diariamente e nele são publicados contéudos bastante interessantes que podem ser partilhados através de diversas plataformas, fazendo assim uso do crowdsourcing. Os conteúdos nele publicados podem ser partilhados no Facebook, Twitter, Youtube, etc. Utiliza igualmente o social bookmarking que, tal como o sucede no anterior weblog, vai remeter o utilizador para outros locais cujas temáticas se relacionem com as tratadas no post e que o autor considerou importantes.
O terceiro e último weblog analisado foi MARKETING, é da autoria de Rafael Mauricio Menshhein. Tal como os anteriores, este weblog debruça-se sobre o marketing e as novidades que vão aparecendo nesta área. Na minha opinião, este weblog é aquele que é mais completo no que respeita à utilização das ferramentas em análise ( tags, crowdsourcing, bookmarking).
No final de todos os posts o autor coloca diversos tags relacionados com aquilo que trata no post e depois ainda existe, na barra lateral, um local que reserva apenas para colocar os tags. Também na barra lateral podemos encontrar um conjunto de links (bookmarking) que o autor considera de interesse para a temática, bem como ainda existe a possibilidade de compartilhar os conteúdos por ele publicados na diversas plataformas. Este weblog oferece a possibilidade aos seus visitantes de adaptarem os conteúdos à sua língua.
Comparando os 3 weblogs, segundo a minha análise, colocaria em primeiro lugar o 3º blog analisado uma vez que é aquele que oferece um maior número de informação, mais actual e que permite ter acesso a outros sites de interesse na área do marketing.

segunda-feira, 22 de março de 2010

O Ciberbullying - (exercicio nº 4) reformulado

O tema que escolhi para desenvolver a minha pesquisa (no âmbito do exercicio proposto em 16/03) foi o Ciberbullying, uma vez que se trata de um tema muito actual e que faz as suas vítimas sofrer em silêncio, levando-as, por vezes a tomar medidas drásticas.
Primeiramente acedi ao Google, onde coloquei o termo ciberbullying. A fim de obter uma rápida definição de ciberbullying seleccionei o primeiro de 203000 endereços da lista para a qual o motor de busca me remeteu, a Wikipédia. Segundo esta paltaforma, “Ciberbullying é um conjunto de comportamentos agressivos, intencionais e repetitivos que são adoptados por um ou mais utilizadores contra outros via blogs, Orkut, YouTube, entre outros tipos de sites, além de mensageiros instantâneos e mensagens de texto escritas no telemóvel, onde podem modificar as suas fotos e colocá-las na Internet”.
De seguida, voltando à lista de endereços fornecidos pelo Google, seleccionei o segudo item da lista que me remeteu para um conjunto de slides onde se define o ciberbullying de forma mais completa, consequencias e formas de o evitar. Através do Facebook associei-me a alguns grupos que se opõem a este fenómeno e outro onde se partilham testemunhos de vítimas.
Os grupos a que me associei foram CYBERBULLYING..., Cyber Bullying, Stop Cyberbullying, entre outros que podem ser consultados através do meu perfil. Também no Twitter, procurei sobre este fenómeno e, tal como o sucedido com o Facebook, encontrei matérias diversas.
Por conseguinte, analisei a frequência e qualidade dos conteúdos publicados e, de entre todos seleccionei e passei a seguir o nocyberbullies, que achei ser o mais interessante, e alguns outros relacionados com a temática.
No Youtube, desenvolvi a minha pesquisa utilizando também o termo ciberbullying e a quantidade de vídeos que me foi apresentada foi imensa. Devido à enorme quantidade de material fornecido no site, coube-me então fazer a minha própria selecção, desta vez procurando vídeos curtos mas com grande quantidade e qualidade de informação.Assim, ao meu conjunto de vídeos favoritos adicionei: Cyberbulling.wmv, Stop Cyberbullying, Cyberbullying (a ordem apresentada refere-se a definição, como evitar e consequências, respectivamente).
Ao Flickr adicionei algumas imagens que foram surgindo ao longo da pesquisa e que estão disponiveis na galeria.
Um outro site onde encontrei muita informação, educare.pt, pareceu-me também uma fonte de informação fidedigna, uma vez tratar-se de um um site propriedade da Porto Editora.

As redes sociais - primeiros contactos (reformulação)

As redes sociais tornaram-se num fenómeno da Internet. As suas principais funções são a promoção da interactividade e conectividade entre os utlilizadores de forma mais acentuada e intensa. As redes sociais estão aliadas a uma necessidade crescente, adjacente ao fenómeno da globalização, que é a comunição com o mundo inteiro. Mais do que nunca se coloca em prática a “glocalização”, o estar em qualquer em tempo real.
Encontrar um amigo que não vemos há alguns anos, conhecer pessoas de lugares distantes, estabelecer contactos profissionais, ou associar-mo-nos a uma causa são os principais factores que nos levam a tornarmo-nos membros das redes sociais.
Segundo a Wikipédia, redes sociais são “uma das formas de representação dos relacionamentos afectivos ou profissionais dos seres humanos entre si ou entre seus agrupamentos de interesses mútuos”.
As redes sociais de que me tornei membro foram: Facebook, Twitter, Youtube e Flickr.
No Facebook encontrei, de facto, alguns amigos que já não via há algum tempo mas, foi também lá, que me associei a algumas causas actuais, consegui contactos com indivíduos do mundo do marketing e ainda consigo interagir com todos eles de forma bastante fácil. O Twitter, devo confessar, foi para mim uma surpresa bastante agradável. È uma ferramenta que me permite manter-me informada ao segundo daquilo que se passa no mundo, das notícias mais recentes e, segundo a minha perspectiva, tem um grau de profissionalismo superior ao do Facebook. O Youtube, um dos sites mais visitados actualmente pelos “cibernautas”, é uma plataforma que nos permite visualizar e compartilhar vídeos e ainda subscrever canais “temáticos”, a qualquer hora e em qualquer lugar. É importante para visualizarmos vídeos relacionados com áreas de interesse individuais e ainda podemos aceder a conteúdos televisivos que, por algum motivo não assistimos, posteriormente. O Flickr, por sua vez, é um web site direccionado para o armazenamento e partilha de imagens, fotografias e vídeos, que pode ser enriquecido por qualquer utilizador, que contribui com os seus conteúdos. Todas as plataformas anteriormente citadas reflectem os principais objectivos e funções da Web 2.0, a intervenção de qualquer utilizador na Web, no sentido de contribuir para o seu enriquecimento, e fomentar a interactividade.
Outros exemplos de redes sociais: Orkut, Myspace, Hi5
Outras redes sociais profissionais: Linkedin, Plaxo, Glassdoor, Via6, Alludere

sábado, 13 de março de 2010

INTERNET - DIREITO FUNDAMENTAL?

Segundo uma publicação do jornal Público, em 13-03-2010, passamos mais de 13 horas por semana a navegar na Internet. Esta é uma ferramenta que utilizamos diariamente na procura de informações e como meio de comunicação. Utilizamo-la para encontram-se aqueles amigos de infância com os quais já não falamos há anos, trabalhamos, aprendemos, temos mais liberdade. Apesar de todos os benefícios adjacentes à utilização da Internet, todos nós temos, igualmente, noção dos seus perigos que vão desde os conteúdos violentos à violação da privacidade.
Esta notícia surge no seguimento de uma sondagem realizada a 27.973 pessoas em 26 países, dirigida pela consultora GlobeScan para a BBC World Servicesondagem, cujo resultado revela que 4 em 5 pessoas acha que a Internet deveria passar a ser um "direito fundamental". O resultados do estudo comprova ainda que mesmo quem não tem acesso à Internet concorda com que a Internet se torne um "direito fundamental", tal como já acontece em países como a Estónia e a Finlândia. A Coreia do Sul é líder nas ligações à rede em todo o globo, explicando assim a obtenção do resultado mais elevado de toda a sondagem, 98%. O conceito de "direito fundamental" é esclarecido por Gustavo Cardoso, professor do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), como sendo "que os Estados devem proporcionar acesso à Internet, como no século XX proporcionavam acesso à voz e ao serviço público de rádio e televisão". Esta "causa" é firmemente apoiada pelas Nações Unidas e Hamadoun Touré, secretário-geral da União Internacional das Telecomunicações. Por outro lado, o presidente da GlobeScan, Doug Miller, numa apreciação global ao estudo, acautela que "apesar das preocupações sobre a privacidade e fraude, as pessoas consideram o acesso à Internet um direito fundamental. Pensam que a web é uma força para o bem e a maioria não quer que os governos a regulem". Este tema tem trazido alguma polémica nos países e não é nada fácil chegar ao consenso uma vez que, cada país tem uma cultura própria que o faz formar determinada opinião relativamente a este tema.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Empresas rendem-se à Internet

"Publicidade em linha ultrapassa a da imprensa em 2010 - Estudo
Londres, 08 mar (Lusa) - Os investimentos em publicidade feitos pelas empresas norte-americanas na Internet ultrapassarão pela primeira vez em 2010 os feitos na imprensa escrita, segundo as previsões constantes de um estudo divulgado hoje pela firma Outsell".(
http://aeiou.expresso.pt/meios-publicidade-em-linha-ultrapassa-a-da-imprensa-em-2010-estudo=f569793)
Segundo o publicado pelo jornal Expresso, as empresas vão aumentar os seus investimentos e apostar significativamente no marketing e publicidade através da Internet. Não há dúvida que este meio lhes traz muitas vantagens a diversos niveis, nomeadamente ao nível económico. O investimento em publicidade através da Internet é menor e o retorno é semelhante, ou, em determinadas situações, superior ao da publicidade feita através da imprensa escrita. Com o número de cibernautas a aumentar a grande velocidade, a Imprensa escrita está um pouco colocada à parte quer pelo público, quer pelas empresas. Devido ao facto de ser um meio de comunicação tão abrangente, a Internet pode dar a conhecer ao mundo uma empresa sem grandes "esforços de publicitários", pois a mesma mensagem pode dar a volta ao globo e pode-se ir adaptando a cada receptor, através, por exemplo, de uma simples mudança de idioma, cores ou imagens. Não é de admirar que em tempo de crise as empresas juntem o útil ao agradável, pois enquanto a sua imagem corre mundo ainda conseguem poupar muito dinheiro em estratégias de marketing e publicidade.